Charo Lopes

participante

Charo Lopes é licenciada em jornalismo pola USC (2010), titulada superior em Fotografia Artística pola ESAD Antonio Faílde (2012) e Máster em Literatura, Cultura e Diversidade pola UdC (2018). Como poeta ganhou o 1º prémio Xuventude Crea 2014 por Random do quotidiano, o Fiz Vergara Vilariño, com o que publicou De como acontece o fim do mundo (Espiral Maior, 2016), e o XXXV prémio de poesia Cidade de Ourense, con Álbum (Aira, 2020). Participou no catálogo Território Expandido do Outono Fotográfico ​(Difusora, 2016), no Festival da Poesia no Condado (2017) e na obra coletiva Tecermos redes, crearmos comunidade. Estudos sobre a obra de María Reimondez (Xerais, 2020). Publicou "O que significa ser indígena?" no nº4 da Revista Ardora (2019), e "Sereias galegas" no nº7 da Revirada (2020). Como fotógrafa realizou cursos de especializaçom com professionais como Julián Barón, Ricardo Cases, David Jimenez, Luis Malibrán ou Omar Josef. A sua série Do ermo ​foi selecionada no Xuventude Crea 2015 de Artes Plásticas e Fotografía, sendo exposta na Igreja da Universidade de Santiago de Compostela (2015). Participou nas exposiçons coletivas Pase(e)n e vexan, no Outono Fotográfico em Ourense (2011), Muller, arte e creatividade no Museo Municipal de Ourense (2012) e O espello é noso? na Galeria Cubo de Vigo (2019). É membro do conselho de redaçom do periódico Novas da Galiza, dirige o Portal Galego da Língua e é co-editora da revista caleidoscopica.gal. Como fotógrafa está especializada em retrato; em umaqualquer.com trabalha a representaçom em chave feminista. Em Rompendo Regras Lab participou em dous projetos: impartindo um obradoiro de três sessons sobre fotografia, género e uso de redes sociais, com os corpos e a menstruaçom como referência. E desenvolveu um labor de mentoria para o projeto Imaxes que manchan, ambos na faculdade de Educaçom da UDC.
Ha participado en los siguientes laboratorios y proyectos
Publicaciones

Aún no ha publicado nada.

¿qué quieres encontrar hoy?

Ir al contenido